O nome da marca tem uma história: Elvira Matilde é a avozinha que deu à sua netinha a manha do babado. E agora, saída da história, vira uma personagem cheia de carisma e alegria, tão necessários à nossa vida! ELVIRA MATILDE tem humor até no nome, que não é inventado, mas é o nome real de uma pessoa real. O nome parece uma brincadeira, a historiazinha parece inventada, e a pessoa real vira uma personagem: arte-vida.

Com o tempo as indumentárias foram ocupando os espaços dos museus com os seus projetos de wearable art. Por outro lado, as produções agora não eram apenas de camisetas, mas de vestidos, calças… Tudo muito natural, mas não sem muita luta também, e nascia a ELVIRA MATILDE, uma homenagem de Gabriela à avó com quem aprendeu um jeito todo próprio de ver as coisas.

A malharia é essencial na criação do look EM, com predomínio da silhueta contemporânea de proporções soltas que privilegiam o conforto e uma simplicidade inteligente. Uma mulher bem vestida, numa combinação muito interessante de esportividade e invenção, modernidade e despojamento. Parte desse vocabulário é a combinação arriscada de cores, formas e texturas.

A malha e a modelagem, ambos pertencentes ao repertório popular, recebem atitude e acabamentos diferenciados próprios de outros universos, como o dos tecidos finos.

Fundada em 1991 a Elvira Matilde está presente no mercado de moda mineira prezando a autenticidade de estilo e variedade de tamanhos. Aqui o que mais queremos é que você encontre a sua beleza própria.

 

A estilista

Gabriela Demarco trabalha na sua ELVIRA MATILDE com um repertório de elementos vindos das artes plásticas e do design. Sua força está na abertura para a experimentação e na sua total liberdade para lidar com variadas técnicas. Das camisetas penduradas no varal do quintal de casa para as produções em série houve o salto engenhoso da estilista que fez uso da técnica da serigrafia como artista plástica, trazendo para o desenho estampado o registro da ação executada pelo gestual do artista, a marca da presença emotiva do autor.

O seu estilo é muito próprio e dominante na sua linguagem, fazendo dos vestidos, por exemplo, peças sem funções de uso definidas, mas desejáveis por seu valor criativo e despojamento. Ele está no oversized, nas peças multifuncionais, no tecido construído – o patchwork -, e no streetwear, que tem na camiseta “o espaço preferido para exposição dos desenhos. Não é o desenho/estampa a serviço do vestuário, mas é a peça de vestuário como suporte para o desenho”, nas palavras de Gabriela.

A estamparia é o ponto gerador da linguagem de Gabriela. Os temas não são próprios do universo da moda e são aceitos com a atitude livre, própria de um criador. O tema é a própria vida que é apropriada sem nenhum preconceito.

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